Os valores por trás do registro do boleto

Desde o ano de 2018, foi anunciado pela FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos o fim dos boletos bancários sem registro.

Com o fim dos boletos sem registro, os bancos deixaram de tarifar o boleto uma única vez e passaram a cobrar em vários estágios da régua de cobrança conforme pode ser visto abaixo.

• Na emissão do boleto
• Baixa do boleto por decurso de prazo
• Baixa do boleto por pagamento pelo sacado
• Instruções de prorrogação
• Instruções de baixa pelo cedente
• Instruções de alteração do valor ou da multa/mora
• Envio para protesto

Com esse novo modelo, ficou muito mais custoso para os condomínios o uso dos boletos para cobrança das cotas condominiais. Visando economia muitos síndicos passaram à negociar com o gerente do banco os valores, mas não tem conseguido grandes vantagens.

Uma forma simples de saber o custo real do boleto bancário do condomínio, é identificando no extrato bancário o valor total de tarifas de cobrança (boletos) debitadas na conta corrente do condomínio e na sequência dividir pela quantidade de boletos emitidos. Por exemplo, se houve dentro de 30 dias 80 débitos de tarifa de cobrança no valor de R$ 4,60 e foram emitidos 40 faturas, o valor real do boleto é R$ 9,20. Porém, na hora de vender o serviço, o banco diz que o valor do boleto é R4$ 4,60.

Para evitar esses custos elevados e a burocracia envio de arquivo de remessa, baixa manual de boletos, etc, o Sivirino.com desenvolveu a plataforma de emissão de boletos, que utiliza o background bancário do Bradesco. Como o volume de emissão de boletos é grande, foi possível negociar valores competitivos que permitem uma economia significativa para os condomínios. Além de preço justo, apenas é cobrado uma única tarifa no momento da baixa do boleto por pagamento. Isso significa que nenhuma outra taxa é cobrada. Assim, é possível emitir, cancelar e gerar segunda via de boletos sem a necessidade de tarifas por estes serviços.